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Love Happiness

Que outra coisa no mundo nos faz subitamente flutuar acima da banalidade rotineira do dia-a-dia e sentir que somos especiais?

… ahhhh… o amor!…

Depois das emoções das festas natalícias e do borbulhar de novas perspetivas no fundo das taças de espumante aos primeiros minutos do novo ano, São Valentin chega com o seu exército de arqueiros alados. E você não vai querer ficar a salvo!

 

Vista-se a rigor e arrisque. A sorte sempre acompanha os audazes…

Neste dia 14 ela dirá Sim!

 

Aceitamos encomendas também em ouro, peça-nos orçamento.

… mas não demore… dia 14 é já daqui a um mês!

 

Happiness, a nossa linha inspirada na sua felicidade, em tons de vermelho: a cor do coração.

 

 

Clientes Especiais… Jóias Especiais!

Todos os nossos clientes recebem uma atenção cuidada das irmãs Bueno. Recebemos o seu pedido, limpamos a peça que será entregue, embalamos numa caixa bonita… enfim, fazemos questão que independentemente do valor que invista obtenha a total experiência IMBU!

Mas depois existem aqueles clientes especiais. Aqueles que nos procuram uma e outra vez expondo os motivos que o levam a querer determinada peça, as suas inseguranças em relação à forma como a peça que gostam irá ficar no seu corpo… enfim, clientes que deixam de ser meros clientes mas passam a fazer parte da nossa família.

Em cada projecto que nos encomendam colocamos a nossa alma: desenhamos, reflectimos, sonhamos, corrigimos, debatemos, testamos… estes brincos, por exemplo, estavam praticamente terminados mas precisavam de algo mais que não sabiamos explicar. Perguntámos à cliente se podiamos alongar a nossa reflexão sobre a peça e se tinhamos liberdade para intervir nela, ao que nos foi respondido que sim.

Ficou portanto o par de brincos, uma ou duas semanas, na nossa bancada de trabalho: eles a olhar para nós… nós a olhar para eles…

Um dia descobrimos o que lhes faltava. E retirámos parcialmente o banho de ouro que já tinham.

Era mesmo isso!

A cliente adorou!

Sabe o que é maravilhoso em tudo isto? É que também você pode fazer parte da família IMBU!

 

Friends

O que é a vida sem amigos? E como é bom trabalhar com colegas cheias de talento e que se transformam em boas amigas!

Assim foi que aconteceu na LxDesign Show 2018. A IMBU jewelry designers partilhou o stand da APIO com Sandra Amaro jóias e Sónia Adonis jewelry, juntando esforços desde o primeiro momento para transformer o espaço que nos foi destinado num dos mais bonitos que esteve presente nesta edição da FIL.

Quem viu, partilha desta ideia!

À procura de Felicidade?

Todos procuramos ser felizes, certo? E é certo que a felicidade encontrada num objecto exterior não é A felicidade… ser feliz é algo que vem de dentro!

Mas, convenhamos, que uma vez encontrada, a dita felicidade merece ser celebrada em grande!

A IMBU pensou a felicidade e escreveu-a na sua linha Happiness: pulseira, anel e brincos. Versão champagne e versão vermelho, pensando já no ano novo que promote chegar, encher de boas vibrações aquele que as usar.

Uma brincadeira em volta da tradicional escolha de cor para a roupa interior da passage, convida-o a escolher a sua cor: champagne para um ano bom no geral, ou vermelho para um ano repleto de amor.

… e porque não juntar os dois?

Happiness, pulseira, anel e brincos em prata com um sopro de pedras coloridas que a vão fazer sorrir!

Lisboa Design Show 2018

De 3 a 7 de Outubro deste ano, estamos na LXdesign Show na FIL do Parque das Nações.

Estamos presentes no stand da APIO, juntamente com Sonia Adonis Jewellery e com Susana Amaro Jóias.

Uma oportunidade única para ver de perto aquela peça com que vem sonhando e adquiri-la a um preço especial.

Procure por nós!

 

From 3 to 7 October this year we are at the LXdesign Show at FIL, Parque das Nações.

We are present at APIO stand, along with Sonia Adonis Jewellry and Susana Amaro Jóias.

A unique opportunity to up close that piece you`ve been dreaming about and get it at a special price.

Serch for us!

 

 

 

Penas / Feathers

Inspired by one of the beautiful poems from Luis de Camões, a great portuguese poet – Perdigão perdeu a Pena – a ode to the dream and to the adventure of blindly following them without measuring consequences, IMBU has created these gorgeous statement earrings: Feathers

In the poem the word pena (feather) takes on the form of dream and reality between puns and metaphors, following the lead we designed a airy beautifull object that simultaniasly represent formaly two feathers and invite us raising up to the sky as a bird, following our biggest dreams.

We leave here the poem for you to read.

The earrings are for just a very special person, a person proudly made of dreams and poetry, as they are one of a kind jewel made of sterling silver and iolites.

Perdigão perdeu a pena,

Não há mal que lhe não venha.

Perdigão que o pensamento

Subiu a um alto lugar,

Perde a pena do voar,

Ganha a pena do tormento.

Não tem no ar nem no vento

Asas com que se sustenha:

Não há mal que lhe não venha.

Quis voar a uma alta torre.

Mas achou-se desasado;

E, vendo-se depenado,

De puro penado morre.

Se a queixumes se socorre,

Lança no fogo mais lenha:

Não há mal que lhe não venha.

Luís de Camões

 

Sonhos em Lisboa

Quinta-feira dia 10 de Maio vai ser inaugurada a primeira exposição de joalharia da IMBU jewelry designers, na Ourivesaria Sarmento, em Lisboa, espaço que faz parte da história tradicional da cidade.

Pegando no tema dos sonhos, possivelmente a mais abrangente e singular matéria da existência humana, inspiradas pelo filme “Sonhos” de Akira Kurosawa, um filme que as irmãs Bueno assistiram juntas no Cinema Apolo 70 e que as marcou profundamente, as artistas reuniram um conjunto de peças de certa forma auto-biográficas que apresentam como fragmentos de sonhos que também tiveram e ousam afirmar serem comuns aos sonhos do visitante que observa.

Que parte dos sonhos de civilizações antigas fica para continuar a ser sonhado pelas pessoas modernas? Que parte do sonho é exclusivamente nossa e que parte nossa é exclusivamente onírica? Seremos nós a possuir o sonho ou será o inverso? E nesse caso, serão os sonhos fragmentos ou a linha que nos liga uns aos outros através dos tempos?

Estas e outras perguntas são propostas para reflexão pela IMBU, compondo o núcleo duro de cada peça apresentada na forma de jóia, em si mesmo, um objeto que representa um ideal de sonho ao longo dos tempos pelas várias civilizações.

Esta é uma excelente oportunidade para conhecer melhor a marca e as artistas que assinam com a marca.

A exposição estará patente até dia 10 de Junho de 2018.

Como um sonho, Lisboa foi surgindo por camadas. Terra de Bárbaros, de Romanos, de Mouros e tantos outros, Lisboa será sempre de sonhadores ousados!

A IMBU apresenta fragmentos de sonhos, na forma de objetos que inspiram a sonhar. 

Fragmentos de Sonhos:

Roma, o sonho de um grande império

Jeté, o sonho dos grandes palcos

Azulejos, o sonho de tornar o mundo belo

Ondas, o sonho de navegar

Floresta, o sonho do Éden

All Aboard, o sonho de cantar

Penas

Perdigão perdeu a pena,

Não há mal que lhe não venha.

Perdigão que o pensamento

Subiu a um alto lugar,

Perde a pena do voar,

Ganha a pena do tormento.

Não tem no ar nem no vento

Asas com que se sustenha:

Não há mal que lhe não venha.

Quis voar a uma alta torre.

Mas achou-se desasado;

E, vendo-se depenado,

De puro penado morre.

Se a queixumes se socorre,

Lança no fogo mais lenha:

Não há mal que lhe não venha.

Luís de Camões

Inspirada por esta ode ao sonho e à aventura de os seguir cegamente, sem medir consequências, numa poesia de Luís de Camões onde a palavra pena ganha a forma de sonho e de realidade entre trocadilhos e metáforas, a IMBU cria os brincos Penas.

Tendo em conta o animal, perdigão, ave de hábitos de vida terrestres, voo pesado e plumagem castanha, que neste contexto poético datado do Humanismo Renascentista assume o sentido da tentação da tradição cristã, numa abordagem individualista da emoção do amor proibido ou do amor não correspondido, optámos por usar iolites, da cor azul do céu que envolve a alta torre, onde o pássaro se confrontou com o choque de realidade e a inevitabilidade da morte do sonho que o levou tão alto.

Deixará alguma vez o sonhador de sonhar?

Os Penas da IMBU respondem a esta questão com um quadro, onde no momento da dura revelação, a chuva de plumas da ave castanha foi-se progressivamente transformando, tocada pelos dedos divinos dos anjos que protegem aqueles que sonham tão alto, até finalmente cair por terra, na forma de penas de aves celestes.

O sonho morre dando lugar a outros sonhos.

O sonhador parte deixando o rumo aos sonhadores que se lhe seguem.

Com os brincos Penas a IMBU oferece a inspiração para a perseverança na conquista dos ideais, revelando a força, a ousadia, a tenacidade de quem não cede aos obstáculos, e resume, em forma de homenagem, esta delicada poesia de um dos grandes poetas Portugueses.

Iolite: a Bússula Viking

A iolite é uma pedra preciosa do grupo das cordierites, com características muito interessantes, nomeadamente o seu pleucroísmo (variação de cor quando vista de ângulos diferentes) e a sua semelhança com a safira quando lapidada com perícia.

A gama de cores que a mesma pedra pode apresentar, dependendo da forma como está orientada para a luz, vai do cinza-amarelado ao azul-violeta, passando pelo azul-água. É o seu tom azul-violeta o mais cobiçado, derivando daí o seu nome: iolite, do grego ios, significando violeta.

Esta tonalidade violeta torna a gema extremamente parecida com safira, mas é difícil conseguir fixá-la (técnicas de lapidação), o que faz com que as iolites com esta característica, nomeadamente as maiores, sejam raras e por isso bastante caras.

Não sendo tão dura como a safira, a iolite apresenta uma dureza superior à turmalina e a todas as variedades de quartzo. A dureza, o pleucroísmo, a forma como se quebra e cresce na natureza, são devidas à sua composição, entre os quais se encontra o ferro.

Encontram-se jazidas de iolites na Índia, Brasil, Canadá, Alemanha, Moçambique, Burma, Sri Lanca, Tanzânia, Estados Unidos da América, Zimbábue, Finlândia, Noruega e Madagáscar, sendo Madagáscar considerado o local onde se encontram estas gemas com qualidade superior.

Foi provavelmente na Finlândia e na Noruega que os Vikings encontraram e colecionaram estas pedras, usando-as na navegação como lente para localizar com precisão o sol nos dias nublados e assim se manterem orientados.

Esta capacidade de “ver com clareza na escuridão” oferecida pela iolite na navegação Viking, terá condicionado a associação da gema ao “dom da clarividência”.

Cuidar da Jóia

Como qualquer outro objeto, uma jóia tem características próprias que devem ser conhecidas para poder ser usada e cuidada da melhor forma e, assim, manter-se bonita por todo o tempo que passamos com ela. Nem os metais preciosos, nem as gemas que a eles associamos são imunes à influência dos elementos, pelo que se usarmos uma jóia sem preocupação com estes, ela pode perder o brilho, mudar a cor, mudar a forma, ganhar manchas, ou mesmo partir-se em casos mais extremos.

Partamos pois de um princípio básico: por mais que gostemos de uma jóia, ela não faz parte do nosso corpo. Ela é um acessório que quando usamos, desperta em nós uma determinada emoção que nos agrada, que valoriza a nossa imagem, dando um toque especial aos nossos movimentos e presença.

Assim, tirar e pôr um anel, um colar ou qualquer outra peça, é tão natural como vestir e despir roupa. Esta é na realidade a melhor forma de preservar o aspecto inicial de uma jóia: colocá-la, retirá-la durante o dia sempre que estivermos a desenvolver uma actividade não compatível com o seu uso, no final do dia limpá-la com uma flanela seca e guardá-la numa caixa apropriada.

Para algumas pessoas este procedimento pode parecer pouco prático, mas na realidade é apenas uma questão de hábito.

Ainda que pequenos, os brincos, os fios, as pulseiras e os anéis devem ser removidos e guardados quando vamos tomar banho ou dormir. No caso dos anéis, mesmo quando lavamos as mãos e sobretudo quando aplicamos creme.

Se praticarmos natação, sempre que vamos para a piscina devemos guardá-los, mas em qualquer desporto isso também será importante. Mesmo que o desporto não seja de contacto e por isso possamos imaginar que a utilização da peça não vai magoar-nos ou aos outros, o suor que produzimos durante o treino ou um impacto menos controlado com equipamentos (pesos, máquinas, parede, chão), podem reagir com o material daquela.

Ainda que não pratiquemos desporto, ou hidratemos o corpo com loções cremosas, ou usemos perfumes, e nos limitemos a lavar o corpo com sabão neutro, o nosso corpo elimina no suor partículas de gordura e outros componentes bio-químicos, que se alojam nas jóias que usamos, alterando-as. A prata pode ficar manchada, o ouro ficar baço e sujo, assim como os diamantes e outras gemas.

Ter atenção à forma como usamos a jóia, limpá-la ao fim do dia e guardá-la isolada de outras peças, é pois uma forma não só de mantermos a sua beleza por muitos anos, como também nos relacionarmos com ela mais intensamente, já que nos dá tempo para a olhar, manusear e recordar os vários momentos em que ela nos fez brilhar. Impossível não sorrir enquanto fazemos isto!

Ainda assim, será natural que ao fim de uns anos, dependendo do uso que dermos à peça, esta necessite de uma limpeza mais profunda, que deverá ser realizada pela entidade profissional que nos vendeu a jóia. É essa entidade que conhece as características particulares da peça e sabe qual a melhor forma de proceder à sua limpeza sem a danificar.

De qualquer forma, convém lembrar que estas limpezas mais profundas não devem ser frequentes. O intervalo mínimo considerado seguro é de um ano, pelo que o melhor é mesmo manter os cuidados de manutenção diários referidos no inicio do artigo.

Nós e uma flanela limpa e seca, somos o melhor amigo das nossas jóias.